Cabinda Violencias

Perseguição do Ativista da ADCDH

Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCDH)

Assim, das últimas marchas de protesto contra à violação dos direitos humanos, realizadas em 14 de Março de 2015 e 16 de Dezembro de 2017, causaram detenções arbitrárias, torturas e privação de alimentos aos activistas. Por conseguinte, instaurou-se um clima de instabilidade, perseguição dos activistas pelas autoridades angolanas tanto mais que em Cabinda persistem os conflitos militar e político. Paulo Conde Muedi, residente em Cabinda, participou na Informação e nas marchas que culminaram com as detenções dos activistas. Com a desconfiança do governo aos activistas em Cabinda, o activista em causa é considerado como um dos mentores do espírito independentista em Cabinda. Neste momento o activista Paulo Conde Muedi vive numa insegurança e perseguição, pelo que não se sabe do seu verdadeiro paradeiro, situação que se torna preocupante no seio da Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos.